Soldados que vieram de longe,

livro escrito por Israel Blajberg que fala

sobre a participação do Brasil na 2ª Guerra

Será lançado quarta-feira, dia 26/ago/2009 às 16h

Arquivo Histórico Jucaido Brasileiro - AHJB

Rua Estela Sezefredo, 76 - Pinheiros

São Paulo - SP

 
Traje - Esporte Fino
Militares - O Correspondente
Veteranos - c/bracadeira e condecorações
 
 

Programa Preliminar

 
19:00h      Abertura - Hino Nacional Brasileiro pela Banda de Musica,
Saudação do presidente do AHJB ao Dia do Soldado
Nominata dos Veteranos presentes
Homenagem a Autoridades Civis e Militares
Breves Palavras do Autor sobre os SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE,
Pronunciamento da maior autoridade presente
 
20:00h autógrafos do autor e coquetel

 

 

Veteranos Judeus - por Israel Blajberg

 

Num histórico domingo do Rio de Janeiro, 1º. de maio de 2005,

procedeu-se ao resgate de uma memorável página de nossa história comunitária que durante 60 anos,

por incrivel que pareça, passou em brancas nuvens.

A participaçào de judeus brasileiros nas forças de terra, mar e ar,

especialmente Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a II Guerra Mundial.

Duas emocionantes cerimônias em homenagem aos judeus brasileiros que participaram da II Guerra Mundial.

De manhã, no Monumento aos Pracinhas,

e, à noite, no Grande Templo Israelita, que estava lotado.

Entre as presenças marcantes, as dos secretários Arnaldo Niskier e Marcelo Itagiba,

e a do ministro Waldemar Zveiter.

A apresentação foi de Anna Bentes Bloch.

O evento foi uma iniciativa conjunta da FIERJ, B'nai B'rith, Grande Templo,

Museu Judaico, Conselho Sefaradi e das organizações femininas.

Por iniciativa de uma comissão que se formou através da Bnei Brith e outras, após a tomada de decisão de se levar adiante o empreendimento a comissão teve que levar a efeito verdadeiro trabalho de pesquisa para levantar os nomes pela inexistência de um cadastro comunitário a respeito. Foram e eram até ontem um contingente de anônimos na comunidade e não reconhecidos publicamente. A comissão conseguiu levantar o número de 44 soldados, muitos já falecidos e mesmo após a solenidade encerrada tomaram conhecimento de outros não levantados nas listas prévias. São os "nossos" soldados desconhecidos.

Na maior parte já falecidos, levantaram-se nomes dos familiares destes nossos herois e verdadeiras biografias póstumas. Foi emocionante o porta voz dos pracinhas "nossos", com mais de 80 anos , pedir em discurso que viuvas e depois filhos , netos parentes e bisnetos se levantassem. A corrente da memória continua...

Há muito não via tanta sintonia fina entre o desejo sincero de reverenciar uma bela história do nosso engajamento libertário aquí no Brasil e a realização de um evento a respeito. Tudo foi realizado também nos devidos lugares: O Grande Templo, hoje sem público e clientela mas o maior monumento físico e belo de nossa presença nesta cidade, completamente tomado e resplandescente em seus dois andares, e o Monumento Nacional aos Mortos da II Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo.

Na parte da manhã, fez-se a homenagem ao Tumulo do Soldado Desconhecido, com acendimento de velas e aposição de coroa de flores em honra ao @º. Comissario Mauricio Jose Pinkusfeld, desaparecido no torepedeamento do Anibal Benevolo pelo submarino nazista U-507 ao largo de Sergipe, em 1042. A noite, no Templo, Presentes o Marechal Waldemar Levy Cardoso, 104 anos, único Marechal vivo do Exército Brasileiro, e filho de Da. Estela Levy, do Marrocos. Atual detentor do Bastão de Comando da FEB.

General de Brigada Helio Macedo, Chefe do Estado Maior do Comando Militar do Leste, General de Divisao Roberto Viana Maciel dos Santos, Diretor de Assuntos Culturais do Exercito e ex-Adido Militar em Israel, de kipá, Almirante Castro Leal, Comandante do I Distrito Naval, Brigadeiro Paulo Hortensio, Comandante do III Comar, Adido Naval Adjunto americano Cap de Fragata Glenn Rosen, nosso correligionário, entre tantas presenças ilustres, como o Secretario de Segurança Marcelo Itagiba representando a Governadora Rosinha Garotinho, o Secretario de Cultuira Arnaldo Niskier, o Ministro Waldemar Zveiter.

A Banda do Regimento Avaí encantou o público, assim como a Ala de Lanceiros do Regimento Andrade Neves em seus uniformes históricos, e a entrada dos Estandartes Históricos de unidades FEBianas e Associações de Ex-Combatentes Nacionais e Estrangeiras, ao longo da Guarda de Honra da Marinha do Brasil em uniformes brancos.

 

"Holocausto" Palestino e o carro alegórico da Viradoura - Israel Blajberg 

 

Sempre que explode na mídia

algum destaque como o carro alegórico da Viradouro, 

aparecem nas páginas dos jornais as mesmas calúnias malévolas ,

tanto em cartas quanto em matérias assinadas ou não,

além das antigas e já surradas "dominação do mundo, da midia

e da economia". 

 

Certamente nem os que assacam as inverdades acreditam nelas,

as principais sendo o "Holocausto" palestino, as comparações maldosas

e cínicas de Sharon a Hitler, e  por absurdo de israelenses a nazistas.

 

Mutatis mutandis, se assim fosse, nos tempos difíceis da 2ª. Guerra Mundial,

os judeus atravessariam as fronteiras para trabalhar na Alemanha,

retornando ao final do dia as suas casas, onde seriam supridos de luz,

água, telefone, comida, remédios, combustíveis fornecidos pelos alemães.

Em caso de doença sem tratamento nos países de origem,

seriam levados para atendimento nos melhores hospitais de Berlin.

 

Na Alemanha, dezenas de ONGs pacifistas seriam criadas

para  aproximar alemães e judeus, com a imprensa noticiando

livremente eventuais casos de abuso dos direitos humanos.

Advogados alemães frequentemente defenderiam judeus

que alegassem terem sofrido excessos, com a justiça alemã

prolatando sentenças favoráveis.

 

Os alemães teriam se retirado unilateralmente dos países vizinhos,

sem nenhuma pré-condição ou exigência.

 

Em resumo,

não teria existido o Holocausto, nem ghettos e campos de extermínio. 

 

Não teriam perecido 6 milhões de judeus, mas algumas centenas.

 

Em "agradecimento", os judeus lançariam foguetes artesanais

contra cidades fronteiriças da Alemanha e enviariam "judeus-bomba"

para se explodir em cervejarias lotadas de Munique

e nos ônibus e restaurantes de Berlin.

Nas escolas judaicas se ensinaria as crianças a odiar os alemães.

 

Assim, hoje não existiria o carro da Viradouro,

e seriamos poupados do desagradável odor exalado dos caluniadores de jornal.

 

O odor bolorento e nauseabundo do anti-semitismo.

 

Navios negreiros e os Trens do Holocausto

 

 

63 anos depois de Monte Castelo

 

De Manaus à UERJ: A Saga de um Santo Rabino

 

Saravá, Hamas?

 

Recordando os Heróis de Monte Castelo

 

SOAMAR-RJ

 

 

Israel Blajberg 

 

Brasileiro nato de 1ª. geração, Rio de Janeiro, 31/maio/1945.

Engenheiro Eletrônico, ENE-UB, Turma de 1968. 

Engenheiro da ITT Standard Electric, Westec e Ecodata, de 1968 a 1973.  

Engenheiro Chefe de consultoria na MONTOR S. A. Projetos e Sistemas,

da Montreal Engenharia e na BELL CANADA de 1973 a 1975.

 Em 1975 prestou Concurso Público para o BNDES,

sendo Engenheiro do Quadro Permanente.

Em 2005 ao completar 30 anos de serviços prestados foi agraciado

pelo Presidente Guido Mantega com o Distintivo de Ouro Branco com Brilhante.

 Exerceu cargos executivos nas Áreas de Planejamento e Social,

atualmente Engenheiro da Área de Planejamento no último nível da carreira. 

Especialização em Engenharia Econômica.

Realizou cursos no Brasil e no exterior em informática e tecnologia:

Universidade de Ohio, Instituto Politécnico Nacional do México,

como Bolsista da OEA, estágios na EPA em Washington e Boston

e no Departamento de Proteção Ambiental do Estado de Massachussets.

 

Professor da Escola de Engenharia da UFF.

Admitido em 1969 no Quadro do Magistério Público Federal. 

Lecionou nas Escolas de Engenharia e Química e no Instituto

de Eletrotecnica da Universidade do Brasil até 1975.

 

Desde 1972 Professor Adjunto IV da Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense. É Coordenador do Laboratório de Redes e Presidente das Comissões Prêmio Acadêmico Walder Moreira e 40 Anos de Telecomunicações da UFF. 

Ex-aluno do CPOR/RJ, Turma Marechal Rondon, Artilharia 1965. Assessor Cultural e colaborador do Museu do Oficial R/2.

 Indicado pelo BNDES para cursar a ESG - Escola Superior de Guerra em 2004, CAEPE – Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia, Turma Vontade Nacional e 2007 pelo CLMN – Curso de Logística e Mobilização Nacional, Turma Cinqüentenário do CLMN. 

Sócio da ADESG, Clube de Engenharia, Associação dos Antigos Alunos da Politécnica (Vice-Diretor Técnico-Cultural), Arquivo Histórico Judaico Brasileiro e Sociedade Brasileira de Genealogia Judaica.

Diretor de Cidadania da FIERJ – Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro, gestão Sergio Niksier 2007-2008

 Diretor Acadêmico do Memorial Judaico de Vassouras. Gestão Luiz Benyosef 2007-2008

 Diretor de Relações Públicas da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, e Editor do Boletim Informativo. Gestão Cel. Helio Mendes 2008-2009. 

Sócio Titular do IGHMB, Cadeira 79 – Marechal Mascarenhas de Moraes.

 Academia de Historia Militar Terrestre do Brasil – Cadeira 24 – Cel. Mário Clementino.

 Em 2005 participou da Delegação Brasileira para a Marcha da Vida na Polônia e Israel. 

Em 2006 participou da Delegação Mundial dos Descendentes de Ilza, Polônia, na re-inauguração do antigo Cemitério Israelita daquela cidade. 

Em 2007 participou do Seminário Latino-Americano Ensinando o Holocausto, no Yad Vashem, Jerusalém

 Agraciado com diversos diplomas e condecorações do Ministério da Defesa, Exercito e Associações de ex-combatentes nacionais e estrangeiras, e admitido na Ordem dos Velhos Artilheiros.

Trabalhos Publicados

 Trabalhos publicados e apresentados em congressos nacionais e internacionais no âmbito da sua atuação no BNDES, como Educação Ambiental, Resíduos Sólidos, Ciência e Tecnologia e Telecomunicações. 

Realizou trabalhos voltados para Genealogia, Historia Oral da Imigração e Historias Familiares, reais e semificcionais, alguns premiados em concursos literários.

 Concurso BNDES 50 anos. Obteve premiação com o trabalho 24 Horas na Vida de um Brasileiro, onde mostra a presença do BNDES no dia a dia dos brasileiros. 

Recebeu o Premio UFF de Literatura com o trabalho Adeus A UFF em dez/2007

BNDES – Jornal VÍNCULO da Associação de Funcionários, colaborador permanente, escrevendo sobre a contribuição dos funcionários da Casa ao Desenvolvimento Econômico e Social do Brasil.

Trabalhos temáticos sobre a ESG disponíveis do site  www.esg.br/pdf/estagiario/israel.pdf.

 O ADESGUIANO – dez 2004 – publicou o texto “Aventura Amazônica”, que relata as Viagens de Estudo realizadas pela Turma Vontade Nacional, também publicado em Revista Verde-Oliva, editada pelo CComSEx, edição de dez/2004

 Autor de trabalhos sobre a Real Academia Militar de Artilharia, Fortificação e Desenho, onde se graduou, e suas sucessoras. Pesquisador do prédio do Largo de São Francisco.

 Seus estudos propiciaram inúmeros textos originais apresentados em eventos científicos e publicações civis e militares, especialmente sobre a atuação das forças brasileiras na II GM, na preservação da memória dos feitos das amas nacionais, associado a eventos alusivos com cuja organização colaborou.

 Escreve regularmente para A DEFESA NACIONAL, REVISTA DO EXERCITO BRASILEIRO, Revista Shalom, Jornal ALEF, Visão Judaica, O NOSSO JORNAL, Jornal do Clube dos Oficiais da PMERJ e outros.

  Israel Blajberg

iblaj@telecom.uff.br

 v. 10 fev. 2008